Henrique VIII filho de Henrique VII governou a Inglaterra e fundou a Igreja Anglicana porque queria se separar de Catarina de Aragão
e casar com Anna bolena com quem teve uma filha chamada Elizabeth
relacionava a morte de Lutero, em 1546, com a de Henrique VIII no ano seguinte. Ele entendia que esses dois homens não foram igualmente responsáveis pelas "grandes mudanças na religião". Em 1688, Bossuet lembrava que Henrique VIII "deu muitas esperanças nos primeiros anos de seu reinado", para finalmente fazer "péssimo uso das raras qualidades de espírito e de corpo que Deus lhe proporcionara". A ruptura da Inglaterra com Roma e a supremacia real sobre a Igreja estavam entre essas faltas.
Elizabeth I (7 de setembro de 1533 — 24 de março de 1603), também conhecida no Brasil sob a variante Elisabete I, e em Portugal como Isabel I, foi Rainha da Inglaterra e da Irlanda desde 1558 até à sua morte. Também ficou conhecida pelos nomes de A Rainha Virgem, Gloriana e Boa Rainha Bess.
Seu reinado é conhecido por Período Elisabetano (ou Isabelino) ou ainda Era Dourada. Foi um período de ascensão, marcado pelos primeiros passos na fundação daquilo que seria o Império Britânico,Elizabeth era uma monarca temperamental e muito decidida. Esta última característica, vista com impaciência por seus conselheiros, frequentemente a manteve longe de desavenças políticas. Assim como seu pai, Henrique VIII, Elizabeth gostava de escrever, tanto prosa quanto poesia.
mais um baronato na Irlanda, foram criados durante o reino de Elizabeth. Elizabeth também reduziu substancialmente o número de conselheiros privados, de trinta e nove para dezenove. Mais tarde, passaram a ser apenas catorze conselheiros.
Seu reinado é conhecido por Período Elisabetano (ou Isabelino) ou ainda Era Dourada. Foi um período de ascensão, marcado pelos primeiros passos na fundação daquilo que seria o Império Britânico,Elizabeth era uma monarca temperamental e muito decidida. Esta última característica, vista com impaciência por seus conselheiros, frequentemente a manteve longe de desavenças políticas. Assim como seu pai, Henrique VIII, Elizabeth gostava de escrever, tanto prosa quanto poesia.
mais um baronato na Irlanda, foram criados durante o reino de Elizabeth. Elizabeth também reduziu substancialmente o número de conselheiros privados, de trinta e nove para dezenove. Mais tarde, passaram a ser apenas catorze conselheiros.
Em seu livro História das variações das igrejas protestantes, o escritor Jacques-Bénigne Bossuet (1627-1704), relacionava a morte de Lutero, em 1546, com a de Henrique VIII no ano seguinte. Ele entendia que esses dois homens não foram igualmente responsáveis pelas "grandes mudanças na religião". Em 1688, Bossuet lembrava que Henrique VIII "deu muitas esperanças nos primeiros anos de seu reinado", para finalmente fazer "péssimo uso das raras qualidades de espírito e de corpo que Deus lhe proporcionara". A ruptura da Inglaterra com Roma e a supremacia real sobre a Igreja estavam entre essas faltas.Durante a primeira metade de seu reinado, Henrique apareceu como o príncipe cristão por excelência, defensor dos valores humanistas e crítico fervoroso dos inimigos da Santa Sé. Mas há dúvidas se Henrique VIII foi mesmo um príncipe "protestante" e "reformador" do mesmo valor que Lutero.Naquele mesmo ano, o escocês Gilbert Burnet, como bom protestante, assinalava em sua História da reforma da Igreja da Inglaterra que era preciso situar Henrique VIII "entre os grandes príncipes", muito mais que "entre os bons reis". E enfatizava como, às vezes, determinados caminhos podem ser obscuros: "A Providência é admirável por ter suscitado um príncipe com essa disposição para nos abrir o caminho a uma Reforma satisfatória, o que dificilmente foi feito por um outro". Quase inconscientemente, Henrique VIII contribuiu para o desenvolvimento do protestantismo: "A Bíblia foi traduzida em língua vulgar; exibiram-na publicamente nas igrejas; todos tiveram liberdade para lê-la; chegou mesmo a ser reconhecida como a única regra da fé. Isso não podia deixar de abrir os olhos do povo".Cinco anos após Bossuet, o padre Pierre Joseph d\\'Orléans registrou sutilmente, em sua História das revoluções da Inglaterra, que Henrique VIII derramara sangue de católicos e luteranos, "indiferentemente". Em suma, esse despotismo de Estado obediente à legalidade da época não parece, portanto, seguir um perfil religioso preciso. Seria difícil saber, à primeira vista, se Henrique VIII era católico ou protestante. Ou, mesmo, se a ruptura com a Santa Sé não foi ainda mais política que religiosa.
wikipédia
história viva
national geographic
Nenhum comentário:
Postar um comentário