
Charles I (ou Carlos I) (19 de Novembro de 1600 – 30 de Janeiro de 1649) foi rei da Inglaterra, da Escócia e da Irlanda desde 27 de Março de 1625, até à sua morte. A sua luta pelo poder travada contra o parlamento inglês tornou-se famosa; ele era um defensor do direito divino dos reis, mas os seus inimigos no parlamento temeram que ele procurasse obter o poder absoluto. Houve uma oposição generalizada a muitas de suas acções, especialmente a imposição de impostos sem o assentimento do Parlamento.
Charles também adoptou uma política religiosa que continuava a linha do "meio caminho" Anglicana e foi activamente hostil às tendências Reformistas de muitos dos seus súbditos ingleses e escoceses. A sua política era extremamente ofensiva para a Teologia Calvinista, e insistia que a liturgia da Igreja Anglicana fosse celebrada com todas as cerimónias e vestimentas recomendadas pelo livro de reza comum (Book of Common Prayer). Muitos de seus súbditos consideraram que esta política trazia a Igreja Anglicana demasiadamente próximo do catolicismo romano.
Os últimos anos do reinado de Charles foram marcados pela Guerra Civil Inglesa; ele foi confrontado pelas forças do parlamento (que resistiram às suas tentativas de aumentar o seu próprio poder) e pelos Puritanos (que eram hostis às suas políticas religiosas). A guerra acabou com a derrota de Charles, que foi subsequentemente julgado e executado por alta traição. A monarquia foi derrubada e uma república (na verdade uma ditadura militar) foi estabelecida. O seu filho Charles II de Inglaterra iria restaurar a monarquia em 1660.
Charles I (ou Carlos I) (19 de Novembro de 1600 – 30 de Janeiro de 1649) foi rei da Inglaterra, da Escócia e da Irlanda desde 27 de Março de 1625, até à sua morte. A sua luta pelo poder travada contra o parlamento inglês tornou-se famosa; ele era um defensor do direito divino dos reis, mas os seus inimigos no parlamento temeram que ele procurasse obter o poder absoluto. Houve uma oposição generalizada a muitas de suas acções, especialmente a imposição de impostos sem o assentimento do Parlamento.
Charles também adoptou uma política religiosa que continuava a linha do "meio caminho" Anglicana e foi activamente hostil às tendências Reformistas de muitos dos seus súbditos ingleses e escoceses. A sua política era extremamente ofensiva para a Teologia Calvinista, e insistia que a liturgia da Igreja Anglicana fosse celebrada com todas as cerimónias e vestimentas recomendadas pelo livro de reza comum (Book of Common Prayer). Muitos de seus súbditos consideraram que esta política trazia a Igreja Anglicana demasiadamente próximo do catolicismo romano.
Os últimos anos do reinado de Charles foram marcados pela Guerra Civil Inglesa; ele foi confrontado pelas forças do parlamento (que resistiram às suas tentativas de aumentar o seu próprio poder) e pelos Puritanos (que eram hostis às suas políticas religiosas). A guerra acabou com a derrota de Charles, que foi subsequentemente julgado e executado por alta traição. A monarquia foi derrubada e uma república (na verdade uma ditadura militar) foi estabelecida. O seu filho Charles II de Inglaterra iria restaurar a monarquia em 1660.
Charles também adoptou uma política religiosa que continuava a linha do "meio caminho" Anglicana e foi activamente hostil às tendências Reformistas de muitos dos seus súbditos ingleses e escoceses. A sua política era extremamente ofensiva para a Teologia Calvinista, e insistia que a liturgia da Igreja Anglicana fosse celebrada com todas as cerimónias e vestimentas recomendadas pelo livro de reza comum (Book of Common Prayer). Muitos de seus súbditos consideraram que esta política trazia a Igreja Anglicana demasiadamente próximo do catolicismo romano.
Os últimos anos do reinado de Charles foram marcados pela Guerra Civil Inglesa; ele foi confrontado pelas forças do parlamento (que resistiram às suas tentativas de aumentar o seu próprio poder) e pelos Puritanos (que eram hostis às suas políticas religiosas). A guerra acabou com a derrota de Charles, que foi subsequentemente julgado e executado por alta traição. A monarquia foi derrubada e uma república (na verdade uma ditadura militar) foi estabelecida. O seu filho Charles II de Inglaterra iria restaurar a monarquia em 1660.
Charles I (ou Carlos I) (19 de Novembro de 1600 – 30 de Janeiro de 1649) foi rei da Inglaterra, da Escócia e da Irlanda desde 27 de Março de 1625, até à sua morte. A sua luta pelo poder travada contra o parlamento inglês tornou-se famosa; ele era um defensor do direito divino dos reis, mas os seus inimigos no parlamento temeram que ele procurasse obter o poder absoluto. Houve uma oposição generalizada a muitas de suas acções, especialmente a imposição de impostos sem o assentimento do Parlamento.
Charles também adoptou uma política religiosa que continuava a linha do "meio caminho" Anglicana e foi activamente hostil às tendências Reformistas de muitos dos seus súbditos ingleses e escoceses. A sua política era extremamente ofensiva para a Teologia Calvinista, e insistia que a liturgia da Igreja Anglicana fosse celebrada com todas as cerimónias e vestimentas recomendadas pelo livro de reza comum (Book of Common Prayer). Muitos de seus súbditos consideraram que esta política trazia a Igreja Anglicana demasiadamente próximo do catolicismo romano.
Os últimos anos do reinado de Charles foram marcados pela Guerra Civil Inglesa; ele foi confrontado pelas forças do parlamento (que resistiram às suas tentativas de aumentar o seu próprio poder) e pelos Puritanos (que eram hostis às suas políticas religiosas). A guerra acabou com a derrota de Charles, que foi subsequentemente julgado e executado por alta traição. A monarquia foi derrubada e uma república (na verdade uma ditadura militar) foi estabelecida. O seu filho Charles II de Inglaterra iria restaurar a monarquia em 1660.
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