segunda-feira, 18 de junho de 2007

Revolução Gloriosa





A Revolução Gloriosa aconteceu no Reino Unido entre 1685 e 1689, e nela o rei Jaime II de Inglaterra da dinastia Stuart (católico) foi removido do trono da Inglaterra, Escócia e País de Gales, e substituído pelo nobre holandês Guilherme, Príncipe de Orange em conjunto com sua mulher Maria II, filha de Jaime II (ambos protestantes).






Revolução Gloriosa A Revolução Gloriosa ocorrida em 1688, no século XVII (século que vai de 1601 até 1700), representou a segunda manifestação da crise do regime monárquico e absolutista (Antigo Regime) da época histórica que chamamos de Moderna (História Moderna). O poder monárquico, na Inglaterra, foi severamente limitado, cedendo a maior parte de suas prerrogativas ao Parlamento, e, como conseqüência, tendo sido instalado o regime parlamentarista inglês, que permanece até hoje. Esse processo teve início com a Revolução puritana de 1640 (a primeira manifestação de crise do regime monárquico absolutista inglês) e foi completado com a Revolução Gloriosa de 1688. Ambas, contudo, fazem parte do mesmo processo revolucionário, o que nos leva a optar pela denominação Revolução Inglesa do século XVII e não Revoluções Inglesas, como se fossem dois movimentos distintos.



Na medida em que esse movimento revolucionário do século XVII criou as condições indispensáveis para a Revolução Industrial do século XVIII, limpando o terreno para o avanço do capitalismo, deve ser considerado a primeira revolução burguesa da história na Europa, antecipando em cento e cinqüenta anos a Revolução Francesa. Durante o seu reinado de 3 anos, o rei Jaime II tornou-se vítima da batalha política entre catolicismo e protestantismo, bem como entre os direitos divinos da coroa e os poderes políticos do parlamento. O principal problema de Jaime, considerado pela maioria dos ingleses, era ser católico , o que o limitava perante ambos os partidos do parlamento (os tories - conservadores e os whigs - liberais). Qualquer tentativa de reforma tentada por Jaime era vista como suspeita. Jaime foi perdendo seu prestígio por algumas políticas consideradas indesejadas, como a criação de um exército permanente e a tolerância religiosa (desde Henrique VIII que os católicos foram discriminados). Enquanto que o seu irmão e predecessor, Carlos II de Inglaterra, tinha feito o mesmo, ele não tinha sido abertamente católico como Jaime. A questão degradou-se em 1688 quando teve um filho (James Francis Edward Stuart, conhecido como "the old pretender"). Até ali, o trono teria passado para a sua filha protestante Maria. A perspectiva de uma dinastia católica tinha-se tornado agora real.






Guilherme I, Príncipe de Orange

Guilherme de Orange em 1555, durante os seus anos em Bruxelas.
Guilherme I de Orange-Nassau (24 de Abril 153310 de Julho 1584), em neerlandês Willem van Oranje, também conhecido como o Guilherme, o Taciturno (Willem de Zwijger), foi Príncipe de Orange, Conde de Nassau (Guilherme IX de Nassau), líder da casa de Orange-Nassau e o grande impulsionador do movimento de independência dos Países Baixos. Após um período como stadthouder (regente) das províncias da Holanda, Zelândia, Utrecht e Borgonha, ao serviço da casa de Habsburgo, deu início à revolta que marcou o princípio da guerra dos oitenta anos, sendo declarado como fora-da-lei por Filipe II de Espanha em 1567. Guilherme não assistiu ao sucesso da sua causa, que chegou apenas em 1648 com o fim do poderio espanhol na região, e morreu assassinado por Balthazar Gerardts em Delft.

Carlos II


Carlos II de Inglaterra (
29 de Maio 1630 - 6 de Fevereiro 1685) foi Rei de Inglaterra, Escócia e da Irlanda entre 30 de Janeiro (de jure) ou 29 de Maio (de facto) de 1660 e a sua morte. O pai de Carlos II, Carlos I, tinha sido executado em 1649 e substituido por uma ditadura militar de Oliver Cromwell, que se auto-nomeou "Lord Protector".
Carlos II subiu ao trono após a restauração da monarquia em
Inglaterra e Escócia, pouco depois da morte de Oliver Cromwell. Foi casado com a princesa Catarina de Bragança, filha de João IV de Portugal. Apesar de ter tido inúmeros filhos ilegítimos (ele reconheceu os direitos de 14 deles), o casamento não resultou em herdeiros e foi sucedido pelo irmão, Jaime Duque de York. Ao converter-se oficialmente ao catolicismo no seu leito de morte, Carlos II foi o primeiro católico romano a reinar a Inglaterra desde a morte de Maria I em 1558.

Carlos I


Charles I (ou Carlos I) (19 de Novembro de 160030 de Janeiro de 1649) foi rei da Inglaterra, da Escócia e da Irlanda desde 27 de Março de 1625, até à sua morte. A sua luta pelo poder travada contra o parlamento inglês tornou-se famosa; ele era um defensor do direito divino dos reis, mas os seus inimigos no parlamento temeram que ele procurasse obter o poder absoluto. Houve uma oposição generalizada a muitas de suas acções, especialmente a imposição de impostos sem o assentimento do Parlamento.
Charles também adoptou uma política religiosa que continuava a linha do "meio caminho" Anglicana e foi activamente hostil às tendências Reformistas de muitos dos seus súbditos ingleses e escoceses. A sua política era extremamente ofensiva para a Teologia
Calvinista, e insistia que a liturgia da Igreja Anglicana fosse celebrada com todas as cerimónias e vestimentas recomendadas pelo livro de reza comum (Book of Common Prayer). Muitos de seus súbditos consideraram que esta política trazia a Igreja Anglicana demasiadamente próximo do catolicismo romano.
Os últimos anos do reinado de Charles foram marcados pela
Guerra Civil Inglesa; ele foi confrontado pelas forças do parlamento (que resistiram às suas tentativas de aumentar o seu próprio poder) e pelos Puritanos (que eram hostis às suas políticas religiosas). A guerra acabou com a derrota de Charles, que foi subsequentemente julgado e executado por alta traição. A monarquia foi derrubada e uma república (na verdade uma ditadura militar) foi estabelecida. O seu filho Charles II de Inglaterra iria restaurar a monarquia em 1660.
Charles I (ou Carlos I) (
19 de Novembro de 160030 de Janeiro de 1649) foi rei da Inglaterra, da Escócia e da Irlanda desde 27 de Março de 1625, até à sua morte. A sua luta pelo poder travada contra o parlamento inglês tornou-se famosa; ele era um defensor do direito divino dos reis, mas os seus inimigos no parlamento temeram que ele procurasse obter o poder absoluto. Houve uma oposição generalizada a muitas de suas acções, especialmente a imposição de impostos sem o assentimento do Parlamento.
Charles também adoptou uma política religiosa que continuava a linha do "meio caminho" Anglicana e foi activamente hostil às tendências Reformistas de muitos dos seus súbditos ingleses e escoceses. A sua política era extremamente ofensiva para a Teologia
Calvinista, e insistia que a liturgia da Igreja Anglicana fosse celebrada com todas as cerimónias e vestimentas recomendadas pelo livro de reza comum (Book of Common Prayer). Muitos de seus súbditos consideraram que esta política trazia a Igreja Anglicana demasiadamente próximo do catolicismo romano.
Os últimos anos do reinado de Charles foram marcados pela
Guerra Civil Inglesa; ele foi confrontado pelas forças do parlamento (que resistiram às suas tentativas de aumentar o seu próprio poder) e pelos Puritanos (que eram hostis às suas políticas religiosas). A guerra acabou com a derrota de Charles, que foi subsequentemente julgado e executado por alta traição. A monarquia foi derrubada e uma república (na verdade uma ditadura militar) foi estabelecida. O seu filho Charles II de Inglaterra iria restaurar a monarquia em 1660.

Liberalismo















Doutrina política e econômica surgida na Europa, na Idade Moderna. Na política coloca o direito do indivíduo de seguir a própria determinação, dentro dos limites impostos pelas normas definidas.Por conseguinte defende as liberdades individuais frente ao poder do Estado e prevê oportunidades iguais para todos.
Na economia defende a não-intervenção do Estado por acreditar que a dinâmica de produção, distribuição e consumo de bens é regida por leis que já fazem parte do processo-como a lei da oferta e da procura- que estabelecem o equilíbrio.
O liberalismo econômico nem sempre se identifica com o liberalismo político.
Desafiando o Estado monarquista, aristocrático e religioso, os liberais lutam para implantar governos separado do clero e da monarquia, parlamentares e constitucionais. Mais tarde, alguns países, como o Reino Unido, aceitaram a intervenção estatal para superar injustiças sociais ou mesmo formas de protecionismo econômico, enfrentando a oposição de não-liberais.
Nos anos 80, a crise econômica e os novos parâmetros estabelecidos pela revolução tecnológica colocam em jogo as políticas de benefício social dos países desenvolvidos. A nova realidade surgiu nos Estados Unidos e na Inglaterra na forma de neoliberalismo.
Liberalismo Econômico-Seu principal teórico é o economista Adam Smith (1723?-1790)
O liberalismo econômico recebe, posteriormente, a colaboração do sociólogo e economista inglês Thomas Robert Malthus(1766-1834) e do economista inglês David Ricardo (1772-1823)

Jaime II


Jaime II da Inglaterra, VII da Escócia (14 de Outubro 1633 - 16 de Setembro 1701) foi o último monarca Stuart de linhagem direta, cuja abdicação estabeleceu permanentemente o Parlamento como poder governante na Inglaterra.
Jaime II foi titulado
Duque de York em 1634. Foi capturado em Oxford (1646), durante a Guerra Civil, mas escapou para a Holanda e para a França (1648). Enquanto esteve em exílio, ele serviu nas armadas espanholas e francesas. Foi designado alto comandante da Inglaterra com a restauração de seu irmão Charles II ao trono em 1660. Sua conversão ao romano catolicismo (1668/69) provocou uma oposição dos ingleses contra ele, que era herdeiro presuntivo.
Em 1685, Jaime II sucedeu ao irmão, que não deixou filhos legítimos. Acabou deposto no fim da
Revolução Gloriosa, provocada pela crescente e forte oposição, e substituído por sua filha Protestante, Maria II, e pelo genro Guilherme de Orange. Fugiu para a Irlanda e tentou inutilmente recapturar o trono. Então ele retornou à França, onde o rei lhe concedera um palácio e onde passou seus últimos anos de vida.

Henrique VIII

Henrique VIII filho de Henrique VII governou a Inglaterra e fundou a Igreja Anglicana porque queria se separar de Catarina de Aragão
e casar com Anna bolena com quem teve uma filha chamada Elizabeth
relacionava a morte de Lutero, em 1546, com a de Henrique VIII no ano seguinte. Ele entendia que esses dois homens não foram igualmente responsáveis pelas "grandes mudanças na religião". Em 1688, Bossuet lembrava que Henrique VIII "deu muitas esperanças nos primeiros anos de seu reinado", para finalmente fazer "péssimo uso das raras qualidades de espírito e de corpo que Deus lhe proporcionara". A ruptura da Inglaterra com Roma e a supremacia real sobre a Igreja estavam entre essas faltas.
Elizabeth I (7 de setembro de 153324 de março de 1603), também conhecida no Brasil sob a variante Elisabete I, e em Portugal como Isabel I, foi Rainha da Inglaterra e da Irlanda desde 1558 até à sua morte. Também ficou conhecida pelos nomes de A Rainha Virgem, Gloriana e Boa Rainha Bess.
Seu reinado é conhecido por Período Elisabetano (ou Isabelino) ou ainda Era Dourada. Foi um período de ascensão, marcado pelos primeiros passos na fundação daquilo que seria o Império Britânico,Elizabeth era uma monarca temperamental e muito decidida. Esta última característica, vista com impaciência por seus conselheiros, frequentemente a manteve longe de desavenças políticas. Assim como seu pai, Henrique VIII, Elizabeth gostava de escrever, tanto prosa quanto poesia.
mais um baronato na Irlanda, foram criados durante o reino de Elizabeth. Elizabeth também reduziu substancialmente o número de conselheiros privados, de trinta e nove para dezenove. Mais tarde, passaram a ser apenas catorze conselheiros.
Em seu livro História das variações das igrejas protestantes, o escritor Jacques-Bénigne Bossuet (1627-1704), relacionava a morte de Lutero, em 1546, com a de Henrique VIII no ano seguinte. Ele entendia que esses dois homens não foram igualmente responsáveis pelas "grandes mudanças na religião". Em 1688, Bossuet lembrava que Henrique VIII "deu muitas esperanças nos primeiros anos de seu reinado", para finalmente fazer "péssimo uso das raras qualidades de espírito e de corpo que Deus lhe proporcionara". A ruptura da Inglaterra com Roma e a supremacia real sobre a Igreja estavam entre essas faltas.Durante a primeira metade de seu reinado, Henrique apareceu como o príncipe cristão por excelência, defensor dos valores humanistas e crítico fervoroso dos inimigos da Santa Sé. Mas há dúvidas se Henrique VIII foi mesmo um príncipe "protestante" e "reformador" do mesmo valor que Lutero.Naquele mesmo ano, o escocês Gilbert Burnet, como bom protestante, assinalava em sua História da reforma da Igreja da Inglaterra que era preciso situar Henrique VIII "entre os grandes príncipes", muito mais que "entre os bons reis". E enfatizava como, às vezes, determinados caminhos podem ser obscuros: "A Providência é admirável por ter suscitado um príncipe com essa disposição para nos abrir o caminho a uma Reforma satisfatória, o que dificilmente foi feito por um outro". Quase inconscientemente, Henrique VIII contribuiu para o desenvolvimento do protestantismo: "A Bíblia foi traduzida em língua vulgar; exibiram-na publicamente nas igrejas; todos tiveram liberdade para lê-la; chegou mesmo a ser reconhecida como a única regra da fé. Isso não podia deixar de abrir os olhos do povo".Cinco anos após Bossuet, o padre Pierre Joseph d\\'Orléans registrou sutilmente, em sua História das revoluções da Inglaterra, que Henrique VIII derramara sangue de católicos e luteranos, "indiferentemente". Em suma, esse despotismo de Estado obediente à legalidade da época não parece, portanto, seguir um perfil religioso preciso. Seria difícil saber, à primeira vista, se Henrique VIII era católico ou protestante. Ou, mesmo, se a ruptura com a Santa Sé não foi ainda mais política que religiosa.

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Luís XIV



Luís XIV de Bourbon, frances Louis XIV (5 de setembro de 1638, Saint-Germain-en-Laye, França- 1 de setembro de 1715, Versalhes), conhecido como o "Rei Sol", foi o maior monarca absolutista da França de 1643 a 1715. A ele é atribuida a famosa frase "L'État c'est moi" (O Estado Sou Eu), apesar de grande parte dos historiadores achar que isso é apenas um mito.

Ele se reinou por mais tempo de qualquer outro monarca da Europa: 72 anos. Embora ele só começasse efetivamente aos 24 anos.

Tinha um pequeno conselho de ministros, mas que todos faziam o que o rei mandava. O reinado de Luís XIV nem sempre foi sábio: ele entrou em 4 guerras que lhe trouxeram pouco benefício, considerando a quantidade de dinheiro e de vidas e nelas despendido. Perseguiu os Huguenotes até que 400.000 deles, os melhores

terça-feira, 12 de junho de 2007

Revolução Puritana de Cromwell


O descontentamento da população diante da conivência política do Parlamento em relação ao rei,fortalece o "partido dos independentes",de onde surgiu a principal liderança da revolução inglesa:Oliver Cromwell.
Para o partido dos presbiterianos a revolução estava concluída, já que o poder estava nas maõs do Palarmento, restando apenas um acordo com o rei.Surgia assim um novo partido, o dos "niveladores'' , composto principalmente pela massa de camponeses e artesãos que reivindicavam sufrágio universal e a devolução das terras ''cercada'' aos camponeses.Os presbiterianos aliaram-se aos realistas e os escoceses voltaram a cruzar a fronteira da Inglaterra,mas desta vez a favor do rei.
Em 1651 Cromwell consolida a unificação da Inglaterra, Irlanda e Escócia numa única República.



segunda-feira, 11 de junho de 2007

Jaime I (1.603/1.625)


Rei da Grã-Bretanha e Irlanda (1603-1625) nascido no Castelo de Edimburgo, em Edimburgo, Escócia, que também foi rei da Escócia como Jaime VI, tornando-se o primeiro soberano dos dois reinos simultaneamente.Sufocou a conspiração da pólvora, revolta dos católicos que, obrigados por força de lei à lealdade ao rei e não ao papa, e enforcou seu líder Guy Fawkes. Promoveu a pacificação da Europa e a expansão colonial na América. Com a morte de Elizabeth I (1603), mudou-se para a Inglaterra como herdeiro do trono e tornou-se o primeiro rei da dinastia Stuart no país, por ser o parente mais próximo da família real inglesa. Embora desejasse a amizade a Espanha, suas atitudes confusas causou uma guerra contra esse país. Também devido sua deficiência de conhecimento dos costumes da Inglaterra, seu reinado enfrentou constantes conflitos políticos, principalmente com relação ao Parlamento e a Câmara dos Comuns, e tornou-se muito impopular no final de seu reinado, morrendo em Theobalds, Hartfordshire, Inglaterra. Também dedicado à literatura, destacou-se, entre suas obras, o tratado Daemonologie (1597) e a publicação da versão inglesa da Bíblia, a King James' Bible (1611).

A Dinastia Stuart

Stuarts foram os primeiros reis do Reino Unido. Rei o James I de Inglaterra que começou o período quando também já reinava na Escócia como James VI, e juntou pela primeira vez os dois tronos em uma só monarquia. A Dinastia dos Stuart reinou na Inglaterra e Escócia por 111 anos, cobrindo praticamente o século XVII, um período extremamente agitado politicamente, de muita instabilidade civil interna, de pestilências e guerras. Apesar de uma certa evolução cultural, foi uma idade de intenso debate religioso e políticas radicais que mergulhou a nação em uma sangrenta guerra civil (1642-1649) que interrompeu este período monástico por mais de uma década (1649-1660), entre a Coroa e o Parlamento, os Cavaleiros e os Roundheads, resultando na vitória dos parlamentares de Oliver Cromwell (1599-1658) e a execução dramática do Rei Carlos I (1649) e a instalação de um pioneiro regime republicano, a Commonwealth, e o herdeiro do trono Carlos II exilado. Com a derrota dos realistas escoceses (1651), a guerra civil terminou, o Parlamento foi dissolvido (1653) e assumiu o governo como Lord Protetor da Inglaterra, da Irlanda e da Escócia, partilhando o poder com um conselho tutelar (1653-1658). Seus sucessores, especialmente seu filho Richard (1626-1712), não tiveram competência suficiente para evitar confrontos entre o parlamento e as forças militares e a monarquia foi restaurada com a volta de Carlos II do exílio e sua coroação como soberano do Reino Unido, dois anos depois. Outra guerra civil estourou por ocasião da sucessão de Jaime II, a Revolução dos Gloriosos, quando William e Maria de Orange de Laranja ascenderam o trono como os monarcas em comum e defensores de Protestantismo, seguidos pela Rainha Ana, o segundo das filhas de James II. Com a oficialização do Ato de Determinação (1701), segundo o quais só protestantes pudessem assumir o trono, decretou-se por antecipação o fim dos Stuarts na coroa. Os resumos biográficos dos monarcas desta dinastia encontram-se linkados abaixo.

Jaime I (1566-1625), Rei da Escócia (1567), Rei da Inglaterra (1603-1625) Carlos I (1600-1649), Rei da Inglaterra e de Escócia (1625-1649, deposto e executado) Carlos II (1630-1685), Rei da Escócia e Irlanda (1649, não governou e foi exilado)

Mercantilismo




Mercantilismo, teoria econômica que acompanhou o absolutismo na Europa nos séculos XVI, XVII, XVIII. Assim como no absolutismo dava o poder absoluto ao monarca pelo Direito Divino ( O rei era a autoridade maxima, pois era o representante de Deus ), pela mesma razão cabia-lhe conduzir a economia nacional.
Na teoria Mercantilismo, a base da sustentação da economia de um pais eram suas reservas de metais pressiosos (economia metalista, ouro e prata), o comercio e a industria.
Mas o caso espanhol demonstrou o quato a economia mercantilista estava errada.Apesar da Espanha possuir colônias de onde retirava ouro e prata ela não produzia manufaturas e tinha uma agricultura pouca desenvolvida pouca desenvolvida o que fazia com que seu ouro fosse usado para suprir as necessidades do pais, que usa seus metais para pagar as importações.
De acordo com teorias o pais que não possuisse minas minas, everia obter aqueles netais pressiosos atraves do comercio ou explorar esses metais de suas colônias (ocaso da Espanha que entrou em decadência). O pais devia buscarexportar mais que importar. As colônias deveriam ser mantidas como consumidoras dos produtos da metrópole e ao mesmo tempo fornecer matéria-prima a ela. A manufatura era proibida na colônia, onde todo o comercio era a monpólio da metrópole.
Entretanto o mercantilismo queria impedir a saída de metais do metais, para isso começou a regularo comercio, como deveria produzir, o que deveria produzir a quatidade o preço a ser vendido, essas varias leis criadas pelos monarcas absolutista desegradaram muita gente o que fez com que muitos revoltassem contra política mercantilista.

Os inimigos argumentavamque não havia diferença entre o comercio e externo, pois todo comercio beneficia tanto o mercado quanto o consumidor, e condenavam a poupança por retirar recursos do mercado.

Com isso podemos concluir que a política econômica mercantilista estava voltado para três objetivos principais: o desenvolvimento da industria, o crescimento do comercio, acumulo de metais em busca por balanças comerciais favoraveis.
Características do Mercantilismo:

- Intervencionismo Estatal.
- Metalismo ou Bulionismo.
- Protecionismo.
- Incentivo à Manaufatura.
- Sistema Colonial.
- Balança de Comércio Favorável.

IMPORTANTE:

Como expressão econömica da aliança politica realeza-burguesia, o rnercantilisrno visava, por urn lado, ao enriquecirnento dessa classe e, por outro, ao fortaleciniento do Estado. Nesse sisterna econômico, o Estado exercia urn rigido controle sobre todas as atividades produtivas, corn o objetivo de aurnentar a produção de mercadorias, regularnentar os diversos tipos de artigos produzidos e estabelecer urn sistema de tarifas alfandegarias para proteger o rnercado nacional contra a concorrência externa de outros paises. O rnercantilismo era, pois, urna forrna de nacionalismo baseado no intervencionismo estatal, no dirigismo econômico e no protecionsmo alfandegário.

Fontes:




Iluminismo





Os pensadores que defendiam estes ideais acreditavam que o pensamento racional deveria ser levado adiante substituindo as crenças religiosas e o misticismo, que, segundo eles, bloqueavam a evolução do homem. O homem deveria ser o centro e passar a buscar respostas para as questões que, até então, eram justificadas somente pela fé.
A apogeu deste movimento foi atingido no século XVIII, e, este, passou a ser conhecido como o Século das Luzes. O Iluminismo foi mais intenso na França, onde influenciou a Revolução Francesa através de seu lema: Liberdade, igualdade e fraternidade. Também teve influência em outros movimentos sociais como na independência das colônias inglesas
Para os filósofos iluministas, o homem era naturalmente bom, porém, era corrompido pela sociedade com o passar do tempo. Eles acreditavam que se todos fizessem parte de uma sociedade justa, com direitos iguais a todos, a felicidade comum seria alcançada. Por esta razão, eles eram contra as imposições de caráter religioso, contra as práticas mercantilistas, contrários ao absolutismo do rei, além dos privilégios dados a nobreza e ao clero.
Os burgueses foram os principais interessados nesta filosofia, pois, apesar do dinheiro que possuíam, eles não tinham poder em questões políticas devido a sua forma participação limitada. Naquele período, o Antigo Regime ainda vigorava na França, e, nesta forma de governo, o rei detinha todos os poderes. Uma outra forma de impedimento aos burgueses eram as práticas mercantilistas, onde, o governo interferia ainda nas questões econômicas.
No Antigo Regime, a sociedade era dividida da seguinte forma: Em primeiro lugar vinha o clero, em segundo a nobreza, em terceiro a burguesia e os trabalhadores da cidade e do campo. Com o fim deste poder, os burgueses tiveram liberdade comercial para ampliar significativamente seus negócios, uma vez que, com o fim do absolutismo, foram tirados não só os privilégios de poucos (clero e nobreza), como também, as práticas mercantilistas que impediam a expansão comercial para a classe burguesa. Os principais filósofos do Iluminismo foram: John Locke (1632-1704), ele acreditava que o homem adquiria conhecimento com o passar do tempo através do empirismo; Voltaire (1694-1778), ele defendia a liberdade de pensamento e não poupava crítica a intolerância religiosa; Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), ele defendia a idéia de um estado democrático que garanta igualdade para todos; Montesquieu (1689-1755), ele defendeu a divisão do poder político em Legislativo, Executivo e Judiciário; Denis Diderot (1713-1784) e Jean Le Rond Os principais filósofos do Iluminismo foram: John Locke (1632-1704), ele acreditava que o homem adquiria conhecimento com o passar do tempo através do empirismo; Voltaire (1694-1778), ele defendia a liberdade de pensamento e não poupava crítica a intolerância religiosa; Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), ele defendia a idéia de um estado democrático que garanta igualdade para todos; Montesquieu (1689-1755), ele defendeu a divisão do poder político em Legislativo, Executivo e Judiciário; Denis Diderot (1713-1784) e Jean Le Rond d´Alembert (1717-1783), juntos organizaram uma enciclopédia que reunia conhecimentos e pensamentos filosóficos da época.

Fonte:

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Sistema de governo "Absolutismo"

O processo de centralizacão do poder e a unificação territorial das naçöes européias começaram corn a formação das rnonarquias nacionais, no século XIV.


Na maioria das monarquias nacionais da Europa ocidental, esse processo político se acentuou, caminhando para a centralização do poder real ao longo dos séculos XVI e XVII. A partir de então, o rei passou a representar a nação, concentrando em suas mãos todos os poderes; era a origem do sistema politico conhecido como absolutismo.


Para seu fortalecimento, o Estado absolutista precisava dispor de urn grande volume de recursos financeiros para a rnanutenção de urn exército permanente e de urna marinha poderosa, o pagarnento dos funcionários reais, a conservação do aparelho adrninistrativo e ainda o custeio dos gastos suntuosos da corte e das despesas das guerras no exterior. A obtenção desses recursos financeiros exigiu do Estado absolutista urna nova politica econôrnica, conbecida corno mercantilismo.


O absolutismo e o mercantilismo constituiarn, pois, a dupla face do Antigo Regime. O rnercantilisrno foi a politica econômica dos Estados rnodernos em sua fase de transição para o capitalismo.